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Filipe Luís revela que quase chorou na primeira semana como treinador do Flamengo. Aqui, descobrimos os desafios que ele enfrentou e como isso moldou sua abordagem no clube.
O ex-lateral, agora técnico, compartilha que a transição de jogador para treinador não foi fácil. Apesar de sua experiência, ele sentiu insegurança e a complexidade de transformar suas ideias em prática. Filipe admite que, ao se aposentar, subestimou a dificuldade de planejar treinos e precisou buscar ajuda de seu auxiliar, Iván Palanco. “Saí quase chorando, porque não via nada na primeira semana”, confessa, destacando a lição de humildade que isso trouxe.
Ele também comenta a diferença entre trabalhar com jogadores da base e profissionais. Enquanto os atletas experientes se dedicam ao máximo, buscando informações para melhorar, os jovens tendem a ter uma abordagem menos comprometida. Para Filipe, treinar profissionais é mais fácil, pois estão mais engajados e entendem a importância do desempenho.
Com o tempo, Filipe Luís aprimorou suas habilidades e conseguiu implementar suas ideias no Flamengo, reconhecendo a qualidade do elenco que treina. A experiência inicial na base foi crucial para seu desenvolvimento como treinador.

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