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A diretoria do São Paulo Futebol Clube enfrenta um dilema sobre o futuro de seu patrocínio esportivo. A New Balance busca renovar sua parceria, enquanto a Penalty surge como concorrente com uma proposta atraente. A discussão interna se intensifica, dada a importância estratégica do assunto.
A oferta da Penalty, apresentada em fevereiro, é de R$ 40 milhões anuais, incluindo luvas de R$ 14 milhões. Contudo, sem os bônus por metas, o valor fixo reduz para aproximadamente R$ 28 milhões, totalizando cerca de R$ 210 milhões até 2032. A proposta é competitiva, mas inclui bônus menos agressivos.
Por outro lado, a New Balance garante um mínimo de R$ 40 milhões por ano, podendo chegar a R$ 60 milhões com o cumprimento de metas. O contrato atual também oferece R$ 17 milhões em luvas, totalizando até R$ 307 milhões. Além disso, o clube participa das vendas, assegurando receita direta e estabilidade financeira.
As discussões não se limitam a números. O modelo da New Balance confere maior controle ao São Paulo nas operações de lojas, enquanto a Penalty propõe centralização, o que pode impactar receitas diretas. O Conselho Deliberativo está dividido entre manter a parceria atual ou explorar a proposta da Penalty em um cenário financeiro delicado.

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