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Oliver Bearman critica o ajuste da FIA para a classificação do GP do Japão. A recuperação máxima de energia foi reduzida de 9 MJ para 8 MJ, o que, segundo Bearman, "vai nos deixar ainda mais lentos". O piloto da Haas admite que não tem uma solução imediata, mas acredita que o diálogo entre as equipes pode levar a um progresso. Ele destaca que, embora não precise mais fazer lift and coast, o limite de energia complica a pilotagem. "Perdemos 1 MJ em comparação com o simulador", observa. Bearman sugere que seria mais eficiente recuperar 350 kW de energia com o acelerador totalmente pressionado, facilitando a vida dos pilotos. Ele espera que mudanças sejam implementadas rapidamente, já que a atual situação não permite que os pilotos atinjam seu máximo potencial durante a volta lançada.

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