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Stefano Domenicali, CEO da Fórmula 1, admite que mudanças no regulamento são necessárias, mas garante que as discussões ocorrem “sem pânico”. Neste contexto, as conversas entre equipes e a Federação Internacional de Automobilismo (FIA) visam melhorar o esporte. A principal preocupação gira em torno da parte elétrica das unidades de potência, que atualmente representa cerca de 50% da performance. Os pilotos enfrentam um dilema: para recuperar energia, perdem velocidade em trechos da pista, o que, embora gere oportunidades de ultrapassagem, coloca a segurança em risco, como evidenciado pelo incidente de Oliver Bearman no GP do Japão.
Com reuniões programadas para abril, um impasse se estabelece entre a FIA, que defende a redução da potência máxima do MGU-K, e a Liberty Media, que teme impactos comerciais. Domenicali enfatiza a necessidade de ajustes nas sessões de classificação, onde os pilotos devem extrair o máximo de seus carros. Ele destaca que a mudança no regulamento foi impulsionada pela busca de um equilíbrio entre motores de combustão interna e eletrificação. O foco está em encontrar soluções que não comprometam a essência da competição, enquanto se busca um consenso entre todos os envolvidos.

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