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Fórmula 1 não deve substituir os GPs do Bahrein e da Arábia Saudita em caso de cancelamento devido a conflitos no Oriente Médio. O jornalista Adam Cooper, do site Crash.net, informa que o paddock do GP da Austrália considera o cancelamento inevitável. A categoria aguarda uma decisão em 10 dias, durante o GP da China. Alternativas como Ímola e Portimão são improváveis, principalmente por questões comerciais e logísticas. O promotor dos eventos é o governo, que mantém boa relação com a F1, o que deve garantir um cancelamento amigável. A F1 pode reduzir o calendário de 24 para 22 GPs sem pressão adicional. A organização de corridas substitutas enfrenta desafios financeiros, e a Fórmula 1 não pretende investir sem retorno garantido.

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