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A F1 prioriza ajustes nas sessões de classificação, visando aumentar a competitividade e eliminar o gerenciamento de bateria. A proposta surge após reuniões entre chefes de equipe e a FIA, com a meta de implementar mudanças já no GP de Miami. O novo regulamento de motores, que utiliza 50% da potência elétrica, gerou críticas quanto à artificialidade das corridas. A carga da bateria se esgota durante a volta, afetando a performance dos carros. Entre as alternativas, está a possibilidade de alterar a proporção de energia entre o motor de combustão interna e as baterias, reduzindo a potência da bateria para 200 kW, o que poderia prolongar a distribuição de energia. Contudo, isso poderia diminuir a velocidade geral, gerando descontentamento entre os fãs. Um novo encontro está agendado após o GP do Japão para discutir esses ajustes cruciais.

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