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Nikolas Tombazis, diretor de monopostos da FIA, reafirma que as Oportunidades Adicionais de Desenvolvimento e Atualização (ADUO) na Fórmula 1 não devem se assemelhar ao Balanço de Performance das competições de endurance. As equipes de F1 já se manifestaram sobre o método de classificação dos motores em 2025. Nas próximas semanas, as fabricantes serão notificadas sobre quais terão direito a atualizações extras, evitando que nenhuma equipe fique muito atrás devido às mudanças regulatórias.
A FIA realizará uma classificação de desempenho para identificar as equipes que mais necessitam de revisões nos componentes. Tombazis esclarece que a medição será baseada na potência do motor de combustão interna, conforme decidido pelas escuderias. Ele destaca que a potência não é um único número e que discussões extensas ocorreram sobre aspectos como pressão do turbo e controle de temperatura. A posição unânime das fabricantes foi por um método mais simples. Apesar de estar aberto a complexidades, Tombazis reforça que essa decisão foi clara desde o início. A FIA busca garantir uma competição justa, sem perturbar a ordem atual do grid.

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