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A FIA, por meio do diretor de monopostos Nikolas Tombazis, anuncia ajustes significativos nas unidades de potência para 2027, visando eliminar o "efeito iô-iô" nas corridas. Aqui, você entenderá como essas mudanças podem redefinir a pilotagem na Fórmula 1.
Os novos regulamentos aumentam a participação do motor de combustão interna (ICE), sem comprometer o conceito híbrido. Durante a pausa da temporada 2026, a FIA se reuniu com equipes e pilotos para abordar os desafios da eletrificação, onde a pilotagem contraintuitiva, como o lift and coast, é uma das principais queixas.
O GP de Miami já implementou três ajustes: limitação do Boost a +150 kW, redução da recarga máxima de 8 MJ para 7 MJ na classificação e um super clipping que aumenta a potência para 350 kW nas corridas. Para 2027, a FIA planeja um aumento de aproximadamente 50 kW no motor térmico, exigindo revisões nos chassis e uma nova proporção de potência, próxima de 60/40 entre elétrico e térmico.
Tombazis ressalta que o objetivo é garantir que os pilotos possam competir de forma agressiva, sem a necessidade de economizar energia durante as retas. Com essas alterações, a FIA busca criar um ambiente de corrida mais dinâmico e emocionante.

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