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A McLaren evita punição para Lando Norris no GP de Mônaco após detectar uma falha no motor. Aqui explicamos como a equipe solucionou o problema e o que isso significa para a corrida.
Durante o segundo treino livre, Norris parou na pista devido a uma quebra de potência. Zak Brown, CEO da McLaren, confirmou que a falha estava relacionada à bateria. A equipe trabalhou intensamente após o treino para resolver a situação, quebrando o toque de recolher para substituir o chicote elétrico e o conjunto ESME, tudo dentro das normas permitidas.
A troca de uma bateria nova no MCL40 #1 resultaria em uma punição de dez posições, já que a McLaren havia atingido o limite de componentes novos. No Japão, antes do terceiro treino livre, a equipe já havia trocado a bateria e a central eletrônica, utilizando o terceiro item de cada um, o que a colocou em uma posição delicada em relação às regras.
Com as novas normas da FIA, a quantidade de baterias e centrais eletrônicas disponíveis foi ampliada, permitindo maior flexibilidade. Esse ajuste é crucial para a evolução do desempenho nas corridas, especialmente em um GP tão importante como Mônaco.

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