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A Fórmula 1 enfrenta um turbilhão regulatório com mudanças que já impactam a temporada em andamento. Aqui, revelamos como essas alterações podem redefinir a competitividade nas pistas.
A Federação Internacional de Automobilismo (FIA) introduz novos ajustes técnicos que afetam diretamente a potência elétrica dos carros, limitando o Boost a +150 kW e reduzindo a recarga máxima de 9 MJ para 7 MJ. Essas medidas visam equilibrar a performance, mas geram controvérsia entre as equipes. O GP de Miami já vê as consequências dessas decisões.
Além disso, o uso de um truque para contornar a redução de potência elétrica foi banido, atendendo às reclamações da Ferrari. A polêmica em torno da taxa de compressão do motor da Mercedes também esquenta os ânimos: agora, a FIA medirá essa taxa em temperaturas reais de corrida, o que pode afetar o desempenho dos carros.
Por último, a flexibilidade excessiva da asa dianteira é abordada com regras mais rígidas, limitando a flexão vertical a 10 mm sob um peso de 100 kg. Este ajuste força as equipes a adaptarem suas estratégias para o GP da Espanha, elevando ainda mais a tensão na disputa pelo título.

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