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Oscar Piastri enfrenta dificuldades no GP de Mônaco, finalizando a classificação em sétimo lugar. A McLaren apresenta evolução, mas o australiano admite: “Não há muitas cartas na manga”.
O desempenho de Piastri reflete a falta de aderência do carro, um problema crítico em Monte Carlo. Ele reconhece que, embora a equipe tenha melhorado a dirigibilidade, a distância em relação aos concorrentes permanece significativa. “Estamos simplesmente sem aderência em comparação com os outros”, afirma. A escolha de retornar a uma configuração antiga da asa dianteira não é o principal fator para a falta de ritmo, segundo Piastri, que destaca que "o problema não é a asa dianteira" quando se perde 0s6.
O piloto também comenta sobre o toque no muro na Rascasse, um risco associado à pressão de buscar tempo extra na classificação. Apesar de uma segunda volta mais limpa, ele acredita que o sétimo lugar era o máximo que poderia alcançar neste fim de semana.
A McLaren precisa de soluções rápidas para melhorar seu desempenho e a situação de Piastri em Mônaco coloca em evidência os desafios que a equipe enfrenta na temporada.

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