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A Red Bull enfrenta uma crise sem precedentes na Fórmula 1, ocupando apenas a sexta posição no Mundial de Construtores em 2026. O que se esconde por trás dessa queda drástica vai chocar os fãs.
Nos últimos dois anos, a equipe perdeu figuras-chave, começando pela saída de Gianpiero Lambiase, engenheiro de corrida de Max Verstappen. Adrian Newey, projetista que desenhou os carros campeões, anunciou sua saída em maio de 2024 e se juntou à Aston Martin como chefe de equipe. Will Courtenay, que liderou o departamento de estratégias, também deixa a Red Bull para assumir a direção esportiva da McLaren. Lee Stevenson, que começou como quarto mecânico, tornou-se chefe geral de operações, mas trocou a Red Bull pela Sauber após o GP da Austrália.
Jonathan Wheatley, diretor esportivo desde 2006, foi para a Audi em agosto de 2024, logo após o quarto título de Verstappen. Por fim, Sergio Pérez, essencial para os títulos de 2022 e 2023, viu sua carreira na Red Bull acabar em 2024, sendo substituído por Liam Lawson, e agora corre pela Cadillac. A Red Bull enfrenta um recomeço, e o futuro da equipe está em jogo.

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