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Os treinadores enfrentam um grande desafio com suas estrelas. Ousmane Dembélé, por exemplo, pode perder o jogo de volta das eliminatórias da Liga dos Campeões contra o Mônaco após ignorar os sinais de fadiga. Vahid Halilhodzic afirma que até os melhores como Messi ou Ronaldo precisam aceitar decisões difíceis. Os entourage dos jogadores muitas vezes complicam a gestão, com agentes e fisioterapeutas que pressionam para jogar, ignorando as cargas de trabalho. Todas as manhãs, no PSG, os jogadores respondem a um questionário de desempenho para avaliar seu estado. Gerenciar talentos como Kylian Mbappé ou Neymar não é simples. Joao Sacramento destaca que, apesar de seus privilégios, essas estrelas compartilham uma obsessão: vencer. Os companheiros de equipe reconhecem seu status, o que facilita sua integração no grupo. As questões psicológicas são cruciais neste esporte.

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