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Fabio Quartararo teme um final de semana difícil no Brasil. A Yamaha, de volta após vinte anos, estreia sem nenhuma informação sobre o circuito de Goiânia, que tem 3,84 quilômetros de extensão. Apesar do potencial de igualdade com seus rivais, o piloto francês está preocupado: "As curvas fechadas e as retas tornam a moto difícil de manobrar." Os testes privados em Jerez não trouxeram melhorias significativas. Quartararo ressalta: "Nós não nos sentimos fortes." Com 31 voltas a serem feitas, essa corrida será a mais longa desde Laguna Seca em 2013. "Um grande circuito com menos voltas é mais fácil mentalmente," declara ele. No entanto, a atmosfera no Brasil o motiva: "Eu adoro este país e a energia ao redor do Grande Prêmio é incrível." Os desafios estão à vista, mas Quartararo continua determinado.

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