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Gianni Infantino, presidente da FIFA, defende medidas mais rigorosas contra o racismo no futebol. Em entrevista ao As, afirma: “Se um jogador tapa a boca e diz algo racista, deve ser excluído.” Ele enfatiza a necessidade de respostas firmes e dissuasoras, sugerindo que, ao esconder a boca, presume-se que o conteúdo é impróprio. Infantino também propõe a ideia de capacitação e a possibilidade de desculpas para comportamentos inadequados. Ele menciona as seleções favoritas para o próximo Mundial, destacando a Espanha como uma das principais candidatas. O dirigente recorda ídolos do futebol, incluindo Maradona, Pelé e Cristiano Ronaldo, e reafirma o compromisso da FIFA em promover um Mundial de 2026 “seguro, inclusivo e centrado no futebol”.

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