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Magnus Andersson, agora o novo selecionador da Noruega, traz um currículo impressionante ao cargo.
Aqui, você descobrirá o impacto que sua experiência pode ter na seleção norueguesa até 2030.
Após encerrar seu ciclo no FC Porto, onde conquistou quatro Ligas, duas Taças e duas Supertaças, Andersson inicia uma nova fase a 1 de agosto. Ele sucede Jonas Wille, que não conseguiu levar a Noruega além do “Main Round” nos Europeus de 2024 e 2026. Com 25 anos de carreira, Andersson tem passagens por seleções como a Áustria e foi adjunto da Suécia. Além disso, sua trajetória inclui títulos no andebol dinamarquês, sueco e alemão, destacando-se com a Taça EHF em 2016 e 2017 pelo Göppingen.
Como jogador, Andersson conquistou o Mundial em 1990 e 1999, e o Europeu em 1994, 1998, 2000 e 2002, além de três medalhas de prata em Jogos Olímpicos. Em suas primeiras declarações, ele enfatiza o desejo de um andebol atraente e competitivo. O primeiro desafio será a qualificação para o Europeu em novembro, contra Geórgia e Turquia, seguido do Mundial de 2027 na Alemanha. A Noruega busca retornar ao pódio após

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