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São Paulo demite Roger Machado após a eliminação na Copa do Brasil, e Rui Costa explica os motivos. A pressão externa pesou na decisão, e o diretor de futebol garante que permanece no cargo enquanto contar com o apoio da presidência.
Rui Costa esclarece que a escolha por Roger não foi unilateral, mas fruto de discussões em grupo com a presidência e outros integrantes do departamento. A pressão crescente dificultou a continuidade do trabalho do treinador. "O futebol é dinâmico e exige respostas rápidas. A pressão externa poderia comprometer ainda mais o ambiente do elenco", afirmou. A diretoria optou pela mudança para evitar que a situação se tornasse insustentável.
Apesar das críticas que tem recebido, Rui Costa assume a responsabilidade pelas decisões tomadas. Ele relembra que mudanças são parte da rotina do futebol, citando a demissão de Hernán Crespo como um exemplo necessário.
Sobre seu futuro, Rui Costa diz que permanece no cargo enquanto tiver respaldo da presidência, enfatizando que sua preocupação é em encontrar soluções para o clube e não em garantir sua permanência. As ações no São Paulo refletem a urgência de resultados e a necessidade de adaptação às circunstâncias.

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