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A final do Mutua Madrid Open apresenta um choque de tensões: Marta Kostyuk se recusa a cumprimentar as tenistas russas. Aqui explicamos como esse ato de protesto reflete uma realidade muito mais profunda no mundo do tênis.
Kostyuk, natural de Kiev, decidiu não cumprimentar as jogadoras russas desde o início da invasão à Ucrânia, exceto Daria Kasatkina, que se opõe abertamente à guerra. Apesar de Anastasia Potapova competir representando a Áustria, Kostyuk a ignorou tanto antes quanto depois da semifinal de quinta-feira. “Há tenistas que mudaram de nacionalidade, mas não expressaram sua oposição à guerra”, afirma Kostyuk, deixando clara sua posição.
Enquanto isso, Mirra Andreeva, que completa 19 anos esta semana, prefere não se pronunciar sobre o conflito, focando em sua carreira. A situação se intensifica com a participação de Kostyuk e Andreeva na final individual, onde uma nova campeã será coroada.
Elina Svitolina, outra jogadora ucraniana, também evita o cumprimento com russas e bielorrussas, refletindo o mal-estar que persiste no esporte. A tensão em Madrid transcende a competição, transformando este evento em um cenário de protesto e reivindicação.

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