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John Textor, afastado da gestão do Botafogo, acusa o clube associativo de "traição" e reafirma ser o proprietário de 90% das ações da SAF. Esta declaração marca um novo capítulo na contenda pelo controle da SAF alvinegra.
Textor contesta qualquer negociação feita sem sua autorização e alerta investidores sobre os riscos de adquirir uma parte que, segundo ele, é inválida. O empresário critica a falta de transparência dos dirigentes do Botafogo, afirmando que romperam compromissos e enganaram a gestão anterior. Para Textor, o clube social possui apenas uma participação minoritária e não tem autoridade para conduzir negociações sobre a SAF.
Ele também menciona a crise financeira do Botafogo, destacando as punições da FIFA que impedem a contratação de novos jogadores. Textor atribui parte desses problemas ao clube associativo, que, segundo ele, usou a Justiça para bloquear recursos essenciais.
Por fim, Textor nega ter feito uma proposta para retomar o controle da SAF, esclarecendo que apenas apresentou aos membros o que está disposto a investir. Ele reafirma que o clube associativo não tem legitimidade para negociar a venda da empresa, já que detém apenas 10% das ações.

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