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Audi avalia uma transformação radical no motor da Fórmula 1, com foco na temporada de 2030. Essa decisão é crucial para encurtar a distância em relação às equipes de ponta e brigar pelo título.
O chefe do projeto, Mattia Binotto, revela que a atual unidade de potência apresenta limitações que vão além do chassi, destacando a necessidade de uma renovação profunda. Embora a estreia da Audi em 2026 tenha trazido pontos com Gabriel Bortoleto, a equipe enfrenta problemas de confiabilidade, especialmente nas largadas, atribuídos ao tamanho do turbocompressor, o maior do grid.
Binotto explica que a combinação de potência, eficiência e pilotagem é o que separa a Audi das líderes, com uma lacuna estimada em pelo menos 1 segundo por volta. Atualizações de software podem ajudar, mas não são suficientes para levar a equipe ao topo. A mudança no conceito do motor, prevista para 2028, é vista como a solução para alcançar um desempenho competitivo.
A Audi, portanto, se prepara para um longo caminho de evolução, com a ambição de se estabelecer como uma força respeitável na Fórmula 1 nos próximos anos.

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