Ouvir e ler
A Fórmula 1 se aproxima de uma reviravolta significativa para 2027. A FIA considera ajustes sutis na proporção de motor a combustão e parte elétrica, visando um maior apoio das montadoras.
O que está em jogo pode mudar o cenário competitivo nas próximas temporadas. Atualmente, a proposta é de um motor 60/40, mas apenas Mercedes e Red Bull apoiam essa mudança para 2027, enquanto a Ferrari se mantém firme na configuração 50/50. O ADUO (Oportunidades Adicionais de Desenvolvimento e Atualização) é o ponto de discórdia entre as montadoras, pois altera o fluxo de combustível e exige um redesenho completo do motor e do chassi. Isso significa um projeto novo em apenas seis meses, um desafio que Mercedes e Red Bull podem conseguir, já que não precisam de atualizações devido à eficácia de suas unidades de potência. Por outro lado, a Ferrari planeja atualizações para o GP da Áustria e está na corrida para manter sua competitividade. O resultado do ADUO será revelado após o GP de Mônaco, e a decisão da FIA pode deixar a Ferrari em desvantagem, enquanto Mercedes já se prepara para o futuro. Audi, Honda e Cadillac também observam a situação, preocupados com o impacto no teto orçamentário.

Comentários (0)