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A Red Bull enfrenta um desafio crucial: o RB22 ainda pesa mais de 768 kg, o limite da Fórmula 1 para 2026, resultando em uma perda de desempenho de até 0s2 por volta. Esta situação pode ser determinante para a sequência da temporada.
A equipe já fez progressos, reduzindo o peso do carro com atualizações no GP de Miami, onde Max Verstappen mostrou um ritmo melhor ao garantir a segunda posição no grid. No GP do Canadá, Verstappen conquistou o primeiro pódio do ano ao terminar em terceiro, mas as queixas sobre a instabilidade do carro em curvas e os quiques persistem. A Red Bull tem um plano para a próxima corrida em Mônaco, mas o foco principal será levar novas atualizações para a Áustria.
A redução de peso é essencial. Se a Red Bull conseguir estar abaixo do limite, poderá redistribuir o lastro, melhorando o centro de gravidade e o equilíbrio do carro. Isso não apenas aumentaria a dirigibilidade, mas também permitiria um melhor gerenciamento dos pneus e mais opções de acerto durante os fins de semana. O desafio é encontrar soluções que melhorem o tempo de volta sem comprometer a performance, um dilema que a equipe está pronta para enfrentar.

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